
GO não é apenas um jogo. GO também serve como uma analogia de vida, um método de mediação, um exercício de raciocínio abstrato ou até mesmo como uma visão dos traços de personalidade do jogador.
Este antigo jogo de tabuleiro do Leste Asiático é jogado por dois jogadores em um tabuleiro de madeira 19x19 com pedras pretas e brancas. As pedras são usadas para cercar outras pedras para capturá-las ou para marcar território, com 10 elevado a 170 configurações possíveis no tabuleiro.
O jogo valoriza a paciência e o equilíbrio em detrimento da agressão e da ganância, o equilíbrio de influência e território pode mudar muitas vezes durante o jogo. E quando a IA do #Google, #AlphaGo, venceu o melhor jogador da década, foi um grande momento para o futuro da #tecnologia. AlphaGo derrotou Lee Sedol, vencedor de 18 títulos mundiais, em quatro das cinco partidas do torneio de 2016, perdendo para o programa AlphaGo da DeepMind.
AlphaGo usa o que a empresa chama de "Aprendizado Profundo" para construir sua própria compreensão do jogo. Ele pode então escolher o movimento que considera mais provável de vencer. Ao ensinar um computador a jogar, o método mais simples é dizer ao computador para classificar todos os movimentos possíveis durante o jogo, do melhor ao pior, e então instruí-lo a sempre escolher o melhor movimento.
O programa envolve duas redes neurais, softwares que imitam a estrutura do cérebro humano para combinar decisões muito simples em escolhas complexas, executadas em paralelo.
A vitória do AlphaGo sobre o Campeão Mundial da Década é a melhor analogia de que #MachineLearning e #AI podem ser um #multiplicador de força na tomada de decisões muitas vezes mais rápidas e mais adaptativas do que as capacidades do cérebro humano com todas as suas limitações.
Em última análise, a missão do Google é aplicar essas técnicas de inteligência #DeepLearning para resolver problemas críticos do mundo real, desde diagnósticos médicos até modelagem climática.


